01 / O encontro
De Campo Maior.
Para quem se deixa
mover.
Entre quem dança e quem assiste, há um espaço onde tudo pode acontecer.
É desse encontro que se faz o Pés no Chão. Em Campo Maior, artistas, companhias e públicos cruzam-se para viver a dança contemporânea de perto: no palco, na rua e em lugares que ganham outra vida através do movimento.
Solos, duetos e criações de companhia trazem diferentes linguagens e percursos a um território que se abre ao mundo. Cada proposta é um convite a olhar de novo, a sentir e a descobrir.
Conhecer as criações do festival ↗Para o público
A curiosidade
é o primeiro
passo.
Não é preciso conhecer os códigos da dança para aceitar o convite. Basta a vontade de estar presente e de se deixar surpreender.
Entre espaços convencionais e lugares alternativos, o festival aproxima a criação artística da vida da comunidade. Há corpos, gestos e histórias para descobrir — e muitas maneiras de os sentir.
Reencontrar a edição de 2026 ↗Para artistas e profissionais
Criar.
Partilhar.
Fazer caminho.
O Pés no Chão reúne artistas e companhias profissionais de diferentes origens e sensibilidades, num encontro entre a criação contemporânea e o território.
A apresentação de espetáculos, a formação e a videodança abrem espaço à partilha de práticas e de olhares. Um contexto para mostrar trabalho, aprender e aproximar a dança de outros públicos.
Falar com a organização ↗
Diferentes corpos. Diferentes mundos.
Uma linguagem.
Muitos sotaques.
O encontro internacional faz parte da identidade do festival. Artistas e companhias trazem consigo outras referências, outras formas de criar e outras maneiras de habitar o movimento.
Em Campo Maior, essas diferenças encontram um espaço comum: a relação próxima entre quem cria, quem interpreta e quem está na plateia.
Descobrir os artistas e as suas origens ↗02 / Aprender e experimentar
Da plateia
ao movimento.
A dança também se aprende em conjunto. Os workshops do festival convidam a experimentar, a partilhar práticas e a descobrir novas possibilidades no próprio corpo.
Da infância aos profissionais das artes, a componente de formação dirige-se a públicos distintos, de acordo com cada proposta. A experiência do festival prolonga-se no gesto de fazer, de escutar e de aprender com os outros.
Rever os encontros de formação ↗
03 / Outros enquadramentos
O corpo também
é cinema.
Na videodança, o gesto ganha outro tempo e outro enquadramento. O festival aproxima a criação coreográfica do olhar cinematográfico, abrindo novas formas de criar e de ver dança.
Do encontro entre corpo e câmara nascem imagens que prolongam o movimento para lá do palco.
Explorar a videodança ↗04 / A memória do encontro
O gesto passa.
A memória fica.
O lugar de onde partimos
Pés neste lugar.
Olhar no mundo.
A relação de Campo Maior com a dança tem-se aprofundado ao longo das últimas duas décadas, através dos projetos de formação artística do Município.
À força das manifestações populares, com as Saias de Campo Maior como uma das suas expressões, juntam-se linguagens contemporâneas e práticas que valorizam a experimentação. Tradição e criação encontram-se num festival ligado à comunidade e aberto a outros territórios.
O Pés no Chão contribui para a vida cultural do concelho e para afirmar Campo Maior como um lugar de criação artística no interior do país.
Quem faz acontecer
Um projeto
feito em conjunto.
Promovido pelo Município de Campo Maior e pela Axpress-Arte | Associação Cultural.
O encontro continua





